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Estudamos a democracia líquida, um paradigma de tomada de decisão coletiva que permite aos eleitores delegarem seus votos de forma transitiva, através de uma lente algorítmica. Em nosso modelo, existem duas alternativas, uma correta e uma incorreta, e estamos interessados na probabilidade de que a opinião da maioria esteja correta. Nossa principal questão é se existem mecanismos de delegação que garantem superar a votação direta, no sentido de serem sempre pelo menos tão prováveis, e às vezes mais prováveis, de fazer uma decisão correta. Mesmo assumindo que os eleitores só podem delegar seus votos a eleitores melhor informados, mostramos que mecanismos de delegação local, que apenas tomam a vizinhança local de cada eleitor como entrada (e, discutivelmente, capturam o espírito da democracia líquida), não podem fornecer a garantia supracitada. Em contraste, projetamos um mecanismo de delegação não-local que, de maneira comprovada, supera a votação direta sob suposições leves sobre os eleitores.
Kahng et al. (Quarta,) estudaram esta questão.
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