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Este estudo conceitualiza políticos como trabalhadores políticos. Descreve um estudo multimétodo com dois objetivos: (1) determinar se os políticos compartilham um modelo mental latente de desempenho em papéis políticos e (2) testar relações hipotetizadas entre características autoavaliadas dos políticos (ou seja, extroversão, neuroticismo, conscienciosidade, maquiavelismo e habilidade política) e avaliações de desempenho recebidas de colegas e oficiais políticos. Duzentos e trinta e um políticos locais forneceram autoavaliações em um questionário de desempenho político desenvolvido após uma análise de papéis, e medidas padronizadas de personalidade. Cento e oitenta e cinco também receberam avaliações de desempenho de colegas (n = 749) e oficiais (n = 729). Análises fatoriais exploratórias e confirmatórias das autoavaliações e avaliações recebidas revelaram cinco fatores latentes: Resiliência (RS), Politicagem, Habilidades Analíticas (AS), Representação de Pessoas e Relacionamento com Outros. Análises de regressão descobriram que o neuroticismo e a conscienciosidade contribuem para as avaliações recebidas de RS, e o neuroticismo contribui para as avaliações recebidas de AS. Pontos para praticantes Como os papéis políticos exigem trabalho político, argumentamos que há potencial para usar a pesquisa e a prática da psicologia I/O para melhorar o desempenho político. A existência de construtos latentes compartilhados de desempenho fornece uma base para a avaliação diferenciada de critérios em papéis políticos. Evidence que diferenças individuais contribuem para o desempenho político pode ser usada para moldar atividades de suporte para indivíduos em papéis eleitos.
Silvester et al. (Quarta,) estudaram esta questão.
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