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Este artigo estuda o desempenho da economia turca sob o governo do Partido da Justiça e Desenvolvimento (Adalet ve Kalkınma Partisi, AKP). A maior parte deste período coincide com um capital global abundante, especialmente após a Grande Recessão. Argumentamos que as políticas econômicas do AKP foram moldadas com o objetivo de atrair capital estrangeiro para o país, criando um modelo de crescimento especulativo endividado e fechando os olhos para o mandato de resolver os problemas fundamentais do país. Dentro deste modelo, a política monetária tem sido o ator principal. Embora o Banco Central tenha operado com um mandato de estabilidade de preços durante este período, o desempenho da meta de inflação tem sido fraco, criando dúvidas sobre o motivo principal por trás da função de reação. A política fiscal tornou-se uma variável dependente, ofuscada pela política monetária que busca capital. À medida que a liquidez global começou a se tornar mais avessa ao risco na era pós-redução e que os problemas domésticos acumulados do país se tornaram mais complexos, o modelo de crescimento da Turquia provou ser insustentável, intensificando a fragilidade externa para o período seguinte.
Yeldan et al. (Sat,) estudaram essa questão.