Key points are not available for this paper at this time.
Resumo A política externa da administração Trump é frequentemente percebida como uma ideologia isolacionista que reverteu radicalmente a liderança global americana em questão de anos. No Oriente Médio, críticos criticaram a Doutrina Trump como uma rendição ainda mais apressada da hegemonia dos EUA que tem definido a ordem regional desde a década de 1980. Na realidade, o interesse americano nesta região tem diminuído há uma década, como expresso por sua crescente relutância em usar sua supremacia econômica e militar para restringir, regular e destruir inimigos percebidos, como costumava fazer. Este intervencionismo em declínio precede a Doutrina Trump. Não decorre de nenhuma mudança ideológica, ou da exaustão financeira e militar de uma superpotência em ascensão, mas, sim, de uma dinâmica estrutural: o Oriente Médio não gera mais ameaças credíveis contra os EUA. Enquanto no passado os temores alarmistas do comunismo e da insegurança energética impulsionaram o império regional de Washington, hoje os inimigos percebidos dos interesses americanos – o islamismo radical e o Irã – não ameaçam as instituições políticas e a prosperidade econômica da sociedade americana. Na ausência de um ataque terrorista catastrófico, os EUA continuarão a abdicar de seu manto hegemônico, afastando-se do intervencionismo aberto, à medida que a lógica de dominar coercitivamente uma região de importância decrescente chegar ao fim.
Sean Yom (Sáb,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: