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A eficácia da terapia antifibrinolítica na gestão de hemorragia gastrointestinal superior aguda foi investigada em um ensaio clínico duplo-cego. Duzentos pacientes foram estudados utilizando ácido tranexâmico, um potente agente antifibrinolítico. Destes, 103 estavam no grupo de tratamento e 97 no grupo controle. Os pacientes foram analisados para determinar a gravidade da perda sanguínea inicial, requisitos de transfusão, juntamente com a incidência de hemorragia recorrente, intervenção cirúrgica e morte. O diagnóstico final quanto ao local de hemorragia foi estabelecido utilizando endoscopia, estudos de bário e os achados em operação e necropsia. Os grupos estavam bem equiparados quanto à gravidade da hemorragia inicial, idade, sexo, diagnóstico etiológico e fatores precipitantes. Uma diferença significativa foi observada na necessidade de intervenção cirúrgica para controlar hemorragia contínua ou recorrente. Vinte e três de 97 no grupo controle e sete de 103 no grupo de tratamento requereram cirurgia. Parece ter havido uma redução na taxa de transfusão após os primeiros três dias de internação no grupo de tratamento. Não houve diferenças significativas na mortalidade ou nos efeitos colaterais entre os dois grupos.
Biggs et al. (qua,) estudaram essa questão.