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A paternidade positiva foi examinada como um recurso protetor contra os efeitos adversos de eventos de vida negativos na saúde mental de crianças enlutadas pelos pais. A amostra consistiu em 313 crianças recentemente enlutadas, com idades de 8 a 16 anos, e seus cuidadores atuais. Tanto os modelos de recurso protetor compensatório (efeito direto independente de eventos de vida negativos) quanto de amortecimento de estresse (efeito interativo com eventos de vida negativos) foram examinados, e o gênero da criança foi explorado como um moderador de ambos os modelos. Os resultados revelaram evidências para o modelo de recurso protetor compensatório, tanto para relatos de saúde mental de crianças quanto de cuidadores. Não foram encontradas evidências do modelo de amortecimento de estresse ou do gênero da criança como moderador. As implicações para a compreensão das respostas das crianças à morte de um pai e para o desenvolvimento e implementação de intervenções preventivas são discutidas.
Haine et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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