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por William Heberden (1), a LRA continua sendo uma complicação proeminente da doença crítica. Além da TRT, o tratamento tem sido limitado pela capacidade de fenotipar essa condição. Aqui, fazemos um relato da evolução das tentativas de classificar a LRA, incluindo a adoção de definições consensuais, a expansão do diagnóstico e prognóstico com biomarcadores novos, e ferramentas emergentes como a inteligência artificial (IA).
Birkelo et al. (Terça,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: