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Este artigo explora os comportamentos de citação de 16 estudantes de uma universidade da América do Norte. Após completar um trabalho de pesquisa para seus cursos disciplinares, cada estudante participante foi entrevistado para identificar em sua escrita palavras e ideias emprestadas de textos fonte e para explicar por que e como os textos relevantes foram apropriados com ou sem citações. A análise da escrita e dos comentários dos estudantes ilustra como eles dependeram de textos fonte para vários aspectos de seus ensaios, alguns dos quais acreditavam exigir citações, enquanto outros não. Os resultados mostraram que tentaram encontrar um equilíbrio entre a necessidade de citar autores publicados para ganhar crédito pela qualidade acadêmica de sua escrita e o desejo de estabelecer sua própria voz limitando a extensão em que citavam outros textos. Alguns estudantes também relataram como escolheram entre citar e parafrasear (embora este último às vezes contivesse cópias diretas) com base em sua capacidade de reformular as palavras dos outros e sua compreensão dos diferentes papéis desempenhados pelos dois. O estudo indica o grau em que os atos de citação são marcas discursivas de aprendizagem e construção do conhecimento.
Ling Shi (qui,) estudou essa questão.
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