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Medimos a taxa de expansão do Universo recente e a escala de calibração da oscilaçãobárica acústica (BAO) a partir de dados de baixo desvio vermelho. A BAO depende da escala de calibração, ou seja, do horizonte sonoro no final da época de arrasto r₃, que muitas vezes impõe uma condição prévia da medição da radiação cósmica de fundo (CMB) do satélite Planck. Para fazer medições realmente independentes de H₀, deixamos r₃ completamente livre e usamos os conjuntos de dados da BAO combinados com os 31 dados observacionais H(z), GW170817 e a amostra Pantheon de supernovas do Tipo Ia. No modelo de matéria escura fria lambda, obtemos H₀=68.63-₁.₇₇^+1.75 km s^-1 Mpc^-1, r₃=146.85-₃.₇₇^+3.29 Mpc. Para as duas reconstruções independentes de modelo de H(z), obtemos H₀=68.021.82 km s^-1 Mpc^-1, r₃=148.18-₃.₇₈^+3.36 Mpc na expansão cúbica, e H₀=68.581.76 km s^-1 Mpc^-1, r₃=148.02-₃.₆₀^+3.63 Mpc na expansão polinomial. Os valores da constante de Hubble H₀ e do horizonte sonoro r₃ são consistentes com a estimativa derivada dos dados de CMB do Planck assumindo um modelo plano, mas H₀ está em 2.42.6 tensão com SH0ES 2019, respectivamente.
Zhang et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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