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Propósito O objetivo deste artigo é entender a emergência da reformatação digital como uma técnica para preservar informações dentro da comunidade de preservação do patrimônio cultural, revisando tendências históricas na pesquisa moderna sobre preservação. Design/metodologia/abordagem Este artigo analisa fontes secundárias, revisões e textos históricos para identificar tendências nas histórias intelectual e tecnológica da pesquisa em preservação, começando com as primeiras aplicações do método científico para combater a deterioração de livros no início do século dezenove até a emergência das técnicas de digitalização no final do século vinte e início do século vinte e um. Resultados Este artigo identifica cinco grandes períodos históricos no desenvolvimento do conhecimento sobre preservação: a era experimental inicial; a era da experimentação com microfilme; a era da profissionalização; a era da pesquisa em bibliotecas digitais; e a era da reformatação digital e digitalização em massa; e identifica três grandes tendências em seu desenvolvimento: investigação empírica, padronização e centralização. Limitações/implicações da pesquisa Os resultados refletem amplas tendências no campo da preservação, principalmente no contexto dos Estados Unidos, e estão limitados à era moderna da pesquisa em preservação. Implicações práticas A ampla visão histórica deste artigo fornece uma referência para profissionais de preservação e estudantes em programas de ciência da informação ou arquivos. Identificar tendências históricas permite que os praticantes examinem criticamente suas próprias técnicas de preservação e tomem melhores decisões ao adotar e usar novas tecnologias de preservação. Originalidade/valor Este artigo oferece uma perspectiva única sobre a história do conhecimento em preservação que sintetiza a pesquisa histórica existente, a fim de identificar períodos e tendências que possibilitam uma compreensão mais clara da reformatação digital em sua emergência histórica.
Zack Lischer‐Katz (Mon,) estudou essa questão.