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Resumo: O trabalho sobre a teoria dos stakeholders tem avançado em várias frentes; como Donaldson e Preston (1995) observaram, esse trabalho pode ser dividido em correntes de pesquisa descritivas, instrumentais e normativas. Em uma vertente normativa, Phillips (1997) fez um argumento a favor de um princípio de justiça como um meio de identificar e arbitrar entre stakeholders. Neste ensaio, proponho que um princípio de justiça reconstruído pode ser combinado com a ideia de consentimento, conforme descrito na teoria do contrato social integrativa (ISCT), para resultar em uma teoria dos stakeholders mais normativa, que também traz ramificações para a governança corporativa.
Harry J. Van Buren (Sun,) estudou essa questão.