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OBJETIVO DA REVISÃO: A incidência mundial de melanoma e cânceres de pele não melanoma está aumentando de forma alarmante. O desenvolvimento de novas técnicas, como a dermatoscopia, leva a um progresso consequente na triagem de cânceres de pele. O objetivo desta revisão é destacar os avanços recentes em dermatoscopia, revisando artigos de pesquisa primária publicados no último ano. RESULTADOS RECENTES: Com a recente padronização dos procedimentos diagnósticos obtidos pelo Encontro de Consenso em Dermatoscopia e a definição de novos critérios específicos para melanoma, a eficácia no diagnóstico precoce do melanoma é aprimorada. A dermatoscopia é custo-efetiva, levando a um número reduzido de lesões benígnias excisadas, e o acompanhamento dermatoscópico permite a detecção precoce de melanomas. No entanto, a técnica deve ser realizada por especialistas para não se perder melanomas. Por essa razão, a instrução em dermatoscopia é obrigatória. Além disso, o diagnóstico auxiliado por computador tem sido testado como um suporte válido para os médicos. A teledermatoscopia é uma nova ferramenta que permite uma segunda opinião especializada para gerir lesões atípicas. RESUMO: A dermatoscopia abre uma nova dimensão na morfologia clínica das lesões cutâneas. Exames de acompanhamento digital, diagnóstico auxiliado por computador e teledermatoscopia são novas facilidades que mudarão a gestão atual dos cânceres de pele em geral e do melanoma em particular. A dermatoscopia nas mãos de médicos experientes tem maior poder discriminatório do que o exame à vista para detectar cânceres de pele.
Massone et al. (Fri,) estudaram essa questão.