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Os autores agradecem sinceramente a assistência da Associação de Pessoal de Faculdades e Universidades por disponibilizar os dados utilizados nessas análises. As conclusões e interpretações são exclusivamente dos autores, e a associação não é responsável nem necessariamente *endossa as conclusões deste estudo. Também gostaríamos de agradecer a Gerald R. Salancik, Editor Associado do Administrative Science Quarterly, e aos três revisores anônimos da ASO pela contribuição substancial que fizeram para nos ajudar a esclarecer os argumentos. Os comentários de James Baron, Rosabeth Kanter e Alison Konrad sobre uma versão anterior deste manuscrito também são reconhecidos com gratidão. A entrada de mulheres em organizações e ocupações anteriormente fechadas para elas altera a composição demográfica das organizações de maneiras que podem afetar as recompensas monetárias e psíquicas disponíveis tanto para homens quanto para mulheres. Este artigo examina o efeito da proporção de mulheres administradoras sobre os salários de homens e mulheres em posições administrativas em faculdades e universidades. Quatro perspectivas teóricas que fazem previsões sobre o efeito da proporção de mulheres são identificadas: competição econômica e superlotação, poder do grupo demográfico, interação de grupos e institucionalização. Os resultados indicam que há uma relação inversa entre a proporção de mulheres e os salários de homens e mulheres. Essa relação se mantém tanto de forma transversal quanto longitudinal, e o efeito não é completamente linear. Esses resultados são inconsistentes com as perspectivas de poder do grupo demográfico e de interação de grupos e fornecem algum suporte para as abordagens de competição econômica e institucionalização.
Pfeffer et al. (Sun,) estudaram essa questão.