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OBJETIVO: Explorar como o agendamento de observadores de higiene das mãos influencia o número de eventos e indivíduos únicos observados. DESENHO: Implementamos uma rede de sensores móveis para capturar dados detalhados de movimentação para 6 categorias de profissionais de saúde durante um período de 2 semanas. CENÁRIO: Unidade de terapia intensiva (UTI) médica do University of Iowa Hospital and Clinic. MÉTODOS: Registramos 33.721 entradas e saídas com registro de data e hora de profissionais de saúde em quartos de pacientes e consideramos cada entrada ou saída como uma oportunidade para higiene das mãos. Plantas arquitetônicas foram utilizadas para derivar 4 posicionamentos ideais de linha de visão para observadores. Realizamos simulações para diferentes esquemas de movimentação de observadores, todos com um orçamento de 1 hora de tempo total de observação. Consideramos tempos de observação de 1-15, 15-30, 30 e 60 minutos por posto. Geramos estocasticamente a adesão à higiene das mãos dos profissionais de saúde com base em todos os dados e registramos a adesão total da unidade conforme seria relatada por cada observador simulado. RESULTADOS: Considerando um período total de observação de 60 minutos, os observadores simulados agregados capturaram 1,7% do número médio total de oportunidades por dia, na melhor das hipóteses, e 0,5% na pior. O cronograma de 1-15 minutos captura, em média, 16% menos eventos do que o cronograma de 60 minutos (isto é, estático), mas amostra 17% mais indivíduos únicos. O cronograma de 1-15 minutos também fornece o melhor estimador de adesão para a duração do turno, com um desvio padrão médio de 17%, em comparação com 23% para o cronograma de 60 minutos. CONCLUSÕES: Nossos resultados mostram que as observações são sensíveis aos diferentes cronogramas dos observadores e sugerem a importância do uso de abordagens orientadas por dados para programar auditorias de higiene das mãos.
Fries et al. (Tue,) estudaram essa questão.
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