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Oligonucleotídeos antisenso quimicamente modificados estão atualmente progredindo em múltiplos ensaios clínicos. Dentre várias modificações químicas feitas, a modificação da posição 2' tem se mostrado a mais bem-sucedida. Oligonucleotídeos antisenso de segunda geração que incorporam essas modificações 2' exibem alta afinidade de ligação ao RNA alvo, estabilidade metabólica aprimorada e perfis melhorados de farmacocinética e toxicidade. Isso se deve, em parte, às propriedades biofísicas aprimoradas dos oligonucleotídeos antisenso de segunda geração. Modificações 2' que influenciam o açúcar a adotar um pucker de açúcar 3'-endo podem melhorar propriedades como afinidade. Modificações 2' que fornecem um efeito gauche e/ou um efeito de carga podem desempenhar um papel significativo no nível de resistência a nucleases. As modificações de bases heterocíclicas, como a 2-tio-timina, proporcionam um efeito aditivo sobre a afinidade das modificações 2'-F e 2'-O-MOE. Esta revisão resume as propriedades estruturais e biofísicas de nucleosídeos 2'-modificados selecionados que são candidatos para uso em terapias com oligonucleotídeos.
Prakash et al. (Sun,) estudaram essa questão.