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Resumo Fundamentais para o conhecimento espacial em todas as espécies são as representações subjacentes ao reconhecimento de objetos, à busca de objetos e à navegação pelo espaço. Mas o que diferencia os seres humanos de outras espécies é a nossa capacidade de expressar a experiência espacial por meio da linguagem. Este artigo-alvo explora a linguagem de objetos e lugares, questionando quais propriedades geométricas são preservadas nas representações subjacentes a substantivos de objetos e preposições espaciais em inglês. Evidências desses dois aspectos da linguagem sugerem que existem diferenças significativas na riqueza geométrica com a qual objetos e lugares são codificados. Quando um objeto é nomeado (isto é, com substantivos contáveis), propriedades geométricas detalhadas – principalmente a forma do objeto (eixos, volumes sólidos e ocos, superfícies e partes) – são representadas. Em contraste, quando um objeto desempenha o papel de “figura” (objeto localizado) ou “fundo” (objeto de referência) em uma expressão locativa, apenas propriedades geométricas muito grosseiras do objeto são representadas, primariamente os eixos principais. Além disso, as funções espaciais codificadas por preposições espaciais tendem a ser não métricas e relativamente grosseiras, por exemplo, “contenção”, “contato”, “distância relativa” e “direção relativa”. Essas propriedades também são representativas de outras línguas. As diferenças marcantes na maneira como a linguagem codifica objetos versus lugares nos levam a sugerir duas explicações: Primeiro, há uma tendência de as línguas nivelarem os detalhes geométricos tanto das representações de objetos quanto de lugares. Segundo, uma disparidade não linguística entre as representações de “o quê” e “onde” é a base de como a linguagem representa objetos e lugares. A linguagem de objetos e lugares converge e enriquece nossa compreensão das representações espaciais correspondentes.
Landau et al. (Tue,) estudaram essa questão.