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Especialistas, políticos e cientistas políticos frequentemente lamentam os longos atrasos na ocupação de vagas executivas e judiciais. No entanto, a maioria das pesquisas em ciência política ignorou o motivo pelo qual os executivos atrasam a nomeação, concentrando-se em vez disso em por que os legislativos atrasam a confirmação. Neste artigo, desenvolvo um modelo formal que busca explicar as causas e consequências de ambos os tipos de atraso. Ao incorporar os efeitos do tempo, da competência do indicado e de incentivos não relacionados a políticas, o modelo fornece uma série de descobertas importantes: (1) a passagem do tempo agrava a vantagem do primeiro a se mover do executivo e pode resultar em indicados menos competentes; (2) o atraso na confirmação ocorre quando os custos do executivo para buscar novos indicados são suficientemente altos e/ou o grupo de candidatos potenciais para nomeação é suficientemente incompetente; e (3) o atraso na nomeação ocorre quando o processo interno de avaliação do executivo indica que um candidato à nomeação é suficientemente incompetente em relação ao grupo de potenciais indicados.
Gary Hollibaugh (Sol,) estudou esta questão.
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