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A contribuição dos padrões de interação entre médico, paciente e consulta para a conformidade com o tratamento antibiótico foi examinada em 233 pacientes adultos atendidos em prática geral. Doze variáveis mostraram-se capazes de discriminar entre conformadores e não conformadores. As variáveis discriminatórias relacionadas aos pacientes incluíam estado de saúde, estado de emprego, conhecimento sobre o comprimido e percepção do nível de ansiedade, dificuldade em cumprir e sua raiva observada, distância e assertividade na consulta. As variáveis discriminatórias relacionadas aos médicos incluíam a orientação sobre a duração do tratamento, a complexidade do esquema de dosagem, a idade do médico e o número de anos de prática. Na maior parte, esses resultados confirmaram pesquisas anteriores. Conclui-se que o médico deve considerar tanto o esquema de dosagem quanto a rotina diária do paciente ao prescrever comprimidos antibióticos. Orientações sobre como tomar os comprimidos devem ser dadas de forma específica, em vez de geral. O efeito significativo da idade do médico e dos anos de prática não foi encontrado em trabalhos anteriores. Esta descoberta pode refletir diferenças de comportamento entre médicos mais jovens e seus pacientes. Essa diferença não foi detectada na observação dos eventos de consulta.
Cockburn et al. (Sat,) estudaram essa questão.