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OBJETIVO: Determinar o nível e os motivos associados à adesão à terapia preventiva da tuberculose entre indivíduos HIV-infectados assintomáticos no norte da Tailândia. DESENHO: Um estudo de coorte prospectivo com um acompanhamento de 9 meses. MÉTODOS: Um total de 412 pessoas HIV-infectadas foram inscritas em um programa de terapia preventiva da tuberculose em um hospital. Um regime de isoniazida de 9 meses foi prescrito. A adesão foi determinada por contagem de comprimidos. Os participantes que perderam uma consulta agendada por mais de um mês foram entrevistados. Cinco sessões de discussão em grupo foram realizadas entre aqueles que completaram a terapia com sucesso. RESULTADOS: Dos 412 participantes, 69,4% (286) completaram o regime de 9 meses. A taxa de adesão, definida como a proporção de pessoas que tomaram mais de 80% dos comprimidos, foi de 67,5% (n = 278). Sexo, origem dos participantes e histórico de sintomas físicos estavam associados à adesão. Uma parte significativa das desistências ocorreu no início da terapia. A migração para fora, negação do status HIV e efeitos colaterais percebidos da isoniazida foram frequentemente citados como razões para a não adesão. Para aqueles participantes aderentes, a aceitação do status pessoal de HIV, preocupação com crianças e família, e um bom relacionamento com o prestador de saúde foram razões importantes que motivaram a adesão. Vários sistemas de lembrete foram desenvolvidos pelos participantes. CONCLUSÕES: Embora um programa de terapia preventiva com isoniazida tenha mostrado ser viável, mais ajustes na seleção de participantes, processo de inscrição e sistema de acompanhamento com base nesses achados são necessários para aumentar a adesão.
Ngamvithayapong-Yanai et al. (Qua,) estudaram essa questão.