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Objetivo A empatia é parte do que nos torna humanos e humanitários, e se tornou um componente central da competência de Conscientização Social da Aprendizagem Social e Emocional (SEL) (CASEL, 2019). A SEL promove a compreensão das emoções dos outros, é a base das habilidades de Teoria da Mente e estrutura o desenvolvimento da empatia. O objetivo deste artigo é traçar as ligações entre o desenvolvimento da empatia e a aprendizagem social e emocional ao usar ambientes reais versus virtuais. A empatia é uma emoção exclusivamente humana facilitada pelo pensamento abstrato e pela linguagem. O jogo virtual é uma ferramenta de ensino para adquirir comportamentos pró-sociais. E, finalmente, o jogo mediado por humanos (tradicional e virtual) é o mais favorável para o crescimento da SEL. O reconhecimento de emoções como a empatia e outras habilidades socio-comunicativas tem sido ensinado a crianças com Transtornos do Espectro Autista (TEA). Portanto, a tecnologia pode ser um meio para adquirir empatia. Design/metodologia/abordagem Este artigo utiliza uma metodologia interpretativa qualitativa para advogar pelo uso da tecnologia com mediação humana para ensinar habilidades de Aprendizagem Social e Emocional, com base na premissa de que o desenvolvimento cognitivo e socioemocional ocorre sinergicamente e mediado pela fala e interação com o ambiente. Resultados A tecnologia é melhor vista como um instrumento de avaliação e ensino de habilidades socioemocionais, mas não como o único meio para um fim, porque o que nos torna humanos só pode ser ensinado dentro de uma ecologia de interação humana em situações da vida real. Originalidade/valor Este artigo revisa trabalhos de pesquisa anteriores (tanto empíricos quanto teóricos) que esclarecem a conexão entre o desenvolvimento socioemocional, especificamente o desenvolvimento da empatia, e ambientes virtuais.
Walker et al. (Sexa-feira,) estudaram essa questão.