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Relatos de diretores executivos e funcionários que trabalham em organizações progressistas de mudança social aludem a problemas de geração no setor sem fins lucrativos que ameaçam o futuro desses grupos enquanto tentam mudar `o sistema'. Para ver como questões geracionais podem estar afetando as ONGs de mudança social, realizamos uma série de entrevistas em profundidade com diretores executivos (que pertencem a dois grupos etários) e com funcionários jovens (com menos de 40 anos). Os resultados do estudo refutam a noção de grandes diferenças geracionais. Tanto pessoas mais velhas quanto mais jovens envolvidas nessas organizações têm muitas das mesmas qualidades: compromisso, preocupação, energia, interesse e uma forte crença na justiça. No entanto, diferenças são evidentes entre aqueles nascidos na geração Baby Boom e aqueles que se identificam com a Geração X em relação às suas motivações para entrar no trabalho de mudança social, suas preocupações sobre a divisão trabalho/vida pessoal e suas visões do futuro. Compreender essas diferenças pode ajudar a construir uma liderança forte para o futuro.
Frances Kunreuther (Mon,) estudou essa questão.