Key points are not available for this paper at this time.
A percepção recente sobre a variabilidade genética e antigênica do metapneumovírus aviário (aMPV), incluindo a descoberta de dois novos subtipos, renovou o interesse por este vírus. O aMPV causa uma doença respiratória bem conhecida em aves de capoeira. As espécies domésticas mostram diferentes suscetibilidades aos subtipos de aMPV, enquanto as detecções esporádicas em aves selvagens revelaram conexões entre epidemiologia e rotas de migração. Para explorar a epidemiologia do aMPV em espécies selvagens, foi conduzida uma pesquisa molecular em amostras coletadas de aves selvagens durante atividades de vigilância da influenza aviária na Itália. As amostras foram analisadas em pools por ensaios multiplex RT-PCR em tempo real, a fim de detectar e diferenciar os subtipos A, B, C, e aqueles que foram recentemente identificados. Todas as aves foram negativas, exceto um m mergulhão (Anas platyrhynchos) que foi positivo para o subtipo C do aMPV (coletado em Pádua, na região do Vêneto, em 2018). O sequenciamento dos genes M parciais e G completos posicionou a cepa em uma posição intermediária entre os clusters europeus e chineses. A ausência dos subtipos A e B apoia o papel negligível das aves selvagens, enquanto a detecção do subtipo C segue as identificações sorológicas e moleculares anteriores na Itália. A circulação do subtipo C em populações domésticas e selvagens enfatiza a importância do desenvolvimento e adoção de testes moleculares para permitir a detecção rápida deste provável subtipo emergente.
Tucciarone et al. (Qua,) estudaram esta questão.