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A escassez de empreendedores minoritários tem recebido crescente atenção da mídia, mas poucas análises acadêmicas. Em particular, o processo de financiamento cria desafios para métodos de auditoria ou correspondência, tornando difícil avaliar o papel ou tipo de discriminação que influencia os provedores de recursos. Usamos uma abordagem nova que combina análises de 7.617 projetos de crowdfunding com um desenho experimental para identificar se homens afro-americanos são discriminados e se isso reflete viés estatístico, baseado em gostos ou inconsciente por parte dos apoiadores em potencial. Constatamos que homens afro-americanos têm significativamente menos probabilidade do que fundadores brancos similares de receber financiamento e que os apoiadores em potencial classificam projetos idênticos como de menor qualidade quando acreditam que o fundador é um homem afro-americano. Concluímos que a redução na qualidade percebida não reflete suposições conscientes de diferenças na capacidade do fundador ou desagrado, mas sim uma suposição inconsciente de que fundadores negros são de menor qualidade. Em dois experimentos adicionais, identificamos três meios de reduzir esse viés: através de evidências adicionais de qualidade via aprovações de terceiros (ou seja, prêmios, evidência de apoio anterior), através de evidências de que fundadores afro-americanos tiveram sucesso anteriormente e ao remover indicadores da raça do fundador. O apêndice online está disponível em https://doi.org/10.1287/mnsc.2017.2774. Este artigo foi aceito por Toby Stuart, empreendedorismo e inovação.
Younkin et al. (Qua,) estudaram essa questão.