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Este artigo aborda a questão da linguagem na qual a discussão sobre a supervisão de graus de pesquisa é apresentada e moldada, e as consequências dessas molduras para a supervisão como um campo de prática pedagógica. Examina a proliferação e intensidade da metáfora, alegoria e alusão na linguagem de candidatura e supervisão, que parece ir contra as tentativas de trazer uma racionalidade contemporânea ao discurso público crescente sobre supervisão. O artigo analisa, não como o problema da linguagem metafórica pode ser resolvido e superado, mas sim como ele define e molda disposições, práticas de construção do conhecimento e o próprio conhecimento. Alguns instrumentos conceituais para expandir o campo conceitual-discursivo da supervisão são apresentados. Três 'arche-metáforas' são consideradas, e a supervisão em si é discutida como uma metáfora do Iluminismo e da universidade moderna.
Lee et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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