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A liquefação do subsolo durante fortes terremotos é uma das maiores ameaças sísmicas à comunidade humana. Nas últimas décadas, diversas metodologias foram propostas para avaliar a vulnerabilidade à liquefação; no entanto, eventos sísmicos recentes no Japão revelaram que os métodos de avaliação atuais são excessivamente conservadores, resultando em custos desnecessariamente maiores em medidas de mitigação. Para superar essa situação, este estudo reinterpretou o comportamento dinâmico de subsolos arenosos sujeitos a movimentos de solo recentes e históricos de eventos sísmicos japoneses e conseguiu demonstrar que solos envelhecidos têm uma resistência à liquefação maior do que a sugerida pelos códigos de projeto atuais. Testes laboratoriais também foram elaborados e conduzidos para estudar o mecanismo de envelhecimento do solo em nível de partículas. Deslocamentos de grãos foram observados ao longo do tempo enquanto as condições de estresse de contorno permaneciam constantes. Esses deslocamentos apagaram grandes vazios, promoveram uma estrutura granular mais estável e têm o potencial de gerar uma maior resistência à liquefação.
Towhata et al. (Thu,) estudaram essa questão.
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