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Estudamos os mecanismos através dos quais a adoção do Euro atrasou, em vez de avançar, reformas econômicas na periferia da zona do Euro e levou à deterioração de instituições importantes nesses países. Mostramos que o abandono do processo de reforma e a deterioração institucional, por sua vez, não apenas reduziram suas perspectivas de crescimento, mas também repercutiram nas condições financeiras, prolongando o boom de crédito e atrasando a resposta à bolha quando a natureza especulativa do ciclo já era evidente. Analisamos empiricamente a inter-relação entre o boom financeiro e o processo de reforma na Grécia, Espanha, Irlanda e Portugal e, em contrapartida, na Alemanha, um país que vivenciou um processo de reforma após a criação do Euro.
Fernández‐Villaverde et al. (Sexta,) estudaram esta questão.