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Resumo Este artigo se preocupa com a importância das relações pessoais na vida social contemporânea, principalmente baseando-se em pesquisas britânicas recentes. Após revisar teorias sociológicas tradicionais sobre o impacto das transformações econômicas nos laços familiares e comunitários, o autor examina o caráter do compromisso entre casais e famílias no contexto das mudanças demográficas radicais que têm ocorrido, particularmente nos padrões de formação e dissolução familiar. Relacionando essas mudanças às teorias da “modernidade tardia”, o autor avalia suas implicações para a relevância das relações pessoais de maneira geral, e da amizade em particular, nas formações sociais contemporâneas. O argumento do autor é que, longe de se tornarem socialmente marginais como geralmente implicam as teorias dominantes, as relações pessoais são suscetíveis de se tornarem cada vez mais significativas à medida que a vida social se torna mais fragmentada e menos previsível.
Graham Allan (Sáb,) estudou essa questão.