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RESUMO Este artigo examina microhistórias e as histórias do cotidiano tanto no contexto dos desenvolvimentos da história social e cultural desde a década de 1960, quanto à luz das mudanças políticas e sociais na sociedade europeia pós-guerra. Avançando além dos debates sobre narrativa histórica, enfatiza questões de perspectiva, espaço, tamanho e distância histórica na formação da interpretação histórica. Essa tendência historiográfica, argumenta, emana de dois grandes debates dentro das ciências sociais e da política. Um diz respeito à natureza da vida cotidiana sob o capitalismo moderno e a 'sociedade de consumo'; o outro trata da problemática questão da agência humana. Focando particularmente na microstoria italiana, argumenta que tal escrita é melhor compreendida como um compromisso com uma agenda humanista que coloca a agência e o significado histórico no reino das transações diárias, e que vê sua recuperação como a tarefa adequada do historiador. Palavras-chave: microhistória, vida cotidiana, historiografia, modernização, humanismo, neorealismo.
John D. Brewer (Mon,) estudou essa questão.