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Mil cento e oitenta homens em uma clínica ambulatorial médica foram avaliados quanto à presença de impotência. Quatrocentos e um homens (34%) eram impotentes, e desses, 188 (47%) optaram por ser examinados para seu problema. Após uma avaliação abrangente, os seguintes diagnósticos foram obtidos: efeito de medicação, 25%; psicogênico, 14%; neurológico, 7%; urológico, 6%; hipogonadismo primário, 10%; hipogonadismo secundário, 9%; diabetes mellitus, 9%; hipotireoidismo, 5%; hipertireoidismo, 1%; hiperprolactinemia, 4%; diversos, 4%; e causas desconhecidas, 7%. A idade média dos pacientes impotentes foi de 59,4 anos, e a prevalência de alcoolismo foi de 7%. Estudos de hormônio luteinizante, hormônio folículo-estimulante, testosterona, tiroxina, triiodotironina (T3), captação de resina T3, e prolactina foram necessários para diagnosticar casos individuais. Concluímos que a disfunção erétil é um problema comum e muitas vezes negligenciado em homens de meia-idade acompanhados em uma clínica médica. (JAMA1983;249:1736-1740)
Michael F. Slag (Sex,) estudou essa questão.
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