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O planejamento de emergência comunitária teve suas raízes em analogias militares que viam emergências como extensões de cenários de "ataque inimigo". Esse pensamento estava embutido em arranjos estruturais iniciais e foi generalizado como o modelo normativo apropriado para todas as emergências. Este modelo via as emergências como condições de caos social que poderiam ser retificadas por comando e controle. Aqui se argumenta que tal visão é inadequada com base no conhecimento do comportamento em emergências e que o modelo é disfuncional para o planejamento. Um modelo mais adequado é apresentado, com base em condições de continuidade, coordenação e cooperação. Este modelo de resolução de problemas, baseado em pesquisa em vez de analogias militares, fornece um conjunto de suposições mais adequadas como base para o planejamento. No entanto, as "melhorias" legislativas e tecnológicas muitas vezes tornam o planejamento de emergência mais rígido e cada vez mais inadequado.
Russell R. Dynes (Mon,) estudou essa questão.