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Este artigo explora algumas das implicações para formuladores de políticas e administradores da introdução de uma participação pública eficaz na proteção, gestão e planejamento de paisagens, de acordo com a Convenção Europeia da Paisagem. O artigo discute as justificativas para a participação pública e o que a participação envolve, e aborda as questões de quem tem o direito de participar e se existem paisagens às quais a participação não se aplica. O artigo sugere então diferentes formas que a participação pode assumir. Apresenta duas tipologias de participação e o que elas implicam para a participação pública na prática. Exemplos da Noruega são usados como ilustrações.
Michael E. Jones (Mon,) estudou esta questão.
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