Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo trata da relação entre poder e subjetividade em uma democracia, das linhas entre subjetividade e submissão, democracia e despotismo. A capacidade do cidadão democrático de gerar um eu politicamente capaz depende de tecnologias de subjetividade que conectam metas e desejos pessoais à ordem e estabilidade social, que conectam poder e subjetividade. Começo com o movimento contemporâneo de autoestima liderado pela feminista Gloria Steinem e pelo legislador da Califórnia John Vasconcellos para mostrar que programas que tentam melhorar a subjetividade de mulheres e pobres - estratégias de empoderamento, autoajuda e participação democrática - também são técnicas práticas para a submissão de indivíduos. Prosigo delineando uma história do atual ‘estado de estima’, começando com o trabalho de Alexis de Tocqueville. Localizo o surgimento do autogoverno democrático no advento do social como uma esfera de governabilidade e expertise.
Barbara Cruikshank (Sun,) estudou essa questão.