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Um ensaio clínico randomizado examinou o efeito de dois modos de atividade física nas mudanças na autoeficácia ao longo de um período de 12 meses em idosos, anteriormente sedentários (N = 174, M idade = 65,5 anos). Os participantes foram randomizados para um grupo de atividade aeróbica ou um grupo de alongamento e tonificação. Modelagem de equações estruturais foi empregada para realizar análises de curva de crescimento latente múltiplas sobre o crescimento individual em exercício e autoeficácia física ao longo do tempo. Os resultados revelaram um padrão de crescimento curvilíneo para ambos os tipos de eficácia, com aumentos ocorrendo nos primeiros 6 meses, seguidos por declínios na avaliação de 6 meses. Houve uma interação significativa de tratamento por nível médio de crescimento para eficácia do exercício, com ambos os grupos aumentando ao longo do tempo, mas o grupo aeróbico evidenciou um aumento dobro no crescimento em relação ao grupo de alongamento. As análises estruturais indicaram que a frequência de participação em exercícios era um preditor significativo do crescimento geral na eficácia, e melhorias na aptidão física estavam apenas relacionadas ao crescimento da eficácia do exercício no grupo de alongamento. Os achados são discutidos em termos da teoria da cognição social e da aplicação adicional da modelagem de curva de crescimento latente em estudos dos efeitos da atividade física em adultos mais velhos.
McAuley et al. (Qua,) estudaram esta questão.