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Apesar da extensa pesquisa sobre a relação entre desemprego e saúde mental, a consideração da relação entre problemas econômicos e psicológicos continua notavelmente rara. As evidências disponíveis sugerem que a renda afeta o bem-estar psicológico indiretamente através da pressão financeira avaliada subjetivamente. Este artigo apresenta uma análise das relações entre medidas de renda e recursos familiares, pressão financeira avaliada subjetivamente e sofrimento psicológico, com base em uma amostra nacionalmente representativa de 3294 famílias na República da Irlanda. Nossa análise demonstra que a exclusão objetivamente avaliada de estilos de vida habituais, envolvendo privação de necessidades socialmente definidas, está associada ao aumento do sofrimento psicológico.
Christopher T. Whelan (Terça,) estudou essa questão.