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Há incerteza para os clínicos sobre como os processos de subcomponentes separados da flexibilidade psicológica, uma construção central do modelo de Terapia de Aceitação e Compromisso, interagem e influenciam o sofrimento experimentado. O presente estudo (N = 567) empregou análise de classe latente para (a) identificar classes potenciais (ou seja, subgrupos) de flexibilidade psicológica com base nas respostas em medidas de processos subcomponentes-chave e (b) examinar se tais classes poderiam diferenciar de forma confiável níveis de sofrimento psicológico auto-relatado e emocionalidade positiva e negativa. Encontramos três classes distintas: (a) Alta Flexibilidade Psicológica, (b) Flexibilidade Psicológica Moderada e (c) Baixa Flexibilidade Psicológica. Aqueles na classe de Baixa Flexibilidade Psicológica relataram os níveis mais altos de sofrimento psicológico, enquanto aqueles na classe de Alta Flexibilidade Psicológica relataram os níveis mais baixos de sofrimento psicológico. Este estudo oferece uma visão mais clara aos clínicos sobre o perfil do espectro mais amplo do modelo de flexibilidade psicológica para facilitar a mudança nos clientes.
Tyndall et al. (Sáb,) estudaram essa questão.
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