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As alterações epidérmicas que ocorrem nas respostas imunológicas cutâneas humanas têm sido investigadas na reação à tuberculina e nas lesões da lepra tuberculóide e lepra lepromatoso e leishmaniose cutânea. Em cada situação, houve um acúmulo dérmico de monócitos e células T, e a epiderme apresentou espessamento. Na resposta à tuberculina, a espessura da epiderme às vezes dobrava em 48-72 horas, e isso foi atribuído ao aumento tanto do tamanho quanto do número de queratinócitos. Além disso, o fenótipo dos queratinócitos mudou de Ia- para Ia+. Mudanças semelhantes na expressão do antígeno Ia dos queratinócitos ocorreram na epiderme sobrejacente às lesões de lepra tuberculóide e leishmaniose cutânea não tratadas, mas não na lepra lepromatosa. Sugerimos que um ou mais fatores de crescimento epidérmico podem ser gerados no curso de uma reação imunológica retardada na derme.
Kaplan et al. (Qui,) estudaram esta questão.