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OBJETIVO: Avaliar o impacto de diferentes operações da violência em relacionamentos adolescentes (TDV) nas taxas e padrões de gênero, incorporando dados de vitimização sexual, lesões e medo nos escores de TDV. Também comparamos as diferenças de gênero nos relatórios de medo para TDV com outros tipos de vitimização. MÉTODO: Jovens de 12 a 17 anos (n = 1.680) foram entrevistados por telefone para a Pesquisa Nacional sobre a Exposição de Crianças à Violência. RESULTADOS: Dependendo dos critérios de inclusão aplicados, a taxa geral de TDV variou de 1,4% a 7,5%. As taxas para jovens do sexo feminino variaram de 1,9% para violência lesiva a um máximo de 6,3% para qualquer relato de força física ou sexual. As taxas para jovens do sexo masculino variaram de 1,0% para violência lesiva a um máximo de 8,6% para qualquer relato de força física ou sexual. Embora a operacionalização de TDV mais comum, qualquer força física, resultasse em uma taxa maior de vitimização masculina (7,9%) do que feminina (4,5%), a maioria das outras definições resultou em uma taxa maior para mulheres do que para homens. TDV definido como qualquer incidente sexual, fisicamente lesivo ou que induza medo produziu uma taxa de vitimização feminina de 5,1% e uma taxa de vitimização masculina de 3,1%. Os relatórios de medo sobre incidentes de TDV mostraram a maior diferença de gênero em toda a Pesquisa Nacional sobre a Exposição de Crianças à Violência. Muitos outros tipos de vitimização foram vistos como igualmente induzindo medo por homens e mulheres. CONCLUSÕES: A pesquisa sobre IPV se beneficiaria de uma maior diversidade de abordagens para operacionalização e medição. O uso de triagens e acompanhamentos é uma alternativa prática que obtém mais detalhes sobre os incidentes. TDV pode ser mais difícil de avaliar de maneiras equivalentes entre gêneros do que outras formas de vitimização juvenil.
Hamby et al. (Terça) estudaram essa questão.