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Este estudo investigou o impacto da combinação de papéis matrimoniais, parentais e ocupacionais sobre o risco de mortalidade de 18 anos por todas as causas. Os respondentes foram 3.700 participantes da coorte do Laboratório de População Humana com idades entre 35-64 que completaram um questionário abrangente de saúde e psicossocial em 1965 e foram acompanhados quanto ao status de mortalidade até 1982. O status de emprego e o tipo de emprego não foram encontrados como preditivos do risco de mortalidade entre mulheres. Ao contrário da hipótese dos múltiplos papéis, houve praticamente nenhum impacto sobre a mortalidade pelo aumento no número de filhos entre mulheres empregadas, exceto possivelmente entre pais solteiros que trabalham. O maior impacto das crianças foi sentido por donas de casa que apresentaram riscos significativamente elevados quando uma criança estava presente na casa ou quando tinham quatro ou mais crianças. Nem o número de crianças nem a presença de uma criança na casa afetou o risco de mortalidade dos homens. Controlar uma variedade de fatores considerados relacionados à mortalidade em uma análise de regressão logística não alterou a relação anterior.
Kotler et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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