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OBJETIVO: Criar mapas qualitativos do fluxo sanguíneo cerebral (FSC) com a técnica EPISTAR (imagem por eco-planar e direcionamento de sinal com frequência de rádio alternada). MATERIAIS E MÉTODOS: A técnica EPISTAR foi realizada em um modelo de porco com hipercapnia e, em seguida, testada em 26 voluntários, utilizando vários paradigmas para ativação cortical. Imagens por eco-planar foram adquiridas com e sem a utilização de um pulso de inversão de frequência de rádio aplicado a spins arteriais em fluxo. Um mapa qualitativo de FSC foi então criado subtraindo a imagem obtida sem o pulso de frequência de rádio daquela obtida com o pulso de frequência de rádio. RESULTADOS: Porções progressivamente mais distais dos vasos marcados foram observadas à medida que o tempo de entrada foi prolongado até que a realce cortical fosse visto para tempos de entrada de aproximadamente 1 segundo ou mais. A intensidade do sinal aumentou do repouso à ativação sensorimotora variando de 13% a 193%. As mudanças de FSC na faixa motora, córtex visual primário e na área motora para movimentos oculares foram bem localizadas à fita de matéria cinza cortical. CONCLUSÃO: A técnica EPISTAR é um meio rápido e não invasivo para criar mapas qualitativos de FSC.
Edelman et al. (Mon,) estudaram essa questão.