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A maior parte da literatura contemporânea sobre a vizinhança vem de fontes dos EUA ou da Europa, onde existem contrastes acentuados com as cidades do Leste Asiático em termos de forma física, densidades residenciais e em relação às ideias de comunidade e parentesco. Este artigo relata um estudo realizado em Hong Kong que foi projetado para explorar a medida em que as preocupações ocidentais com a vizinhança ressoam em uma cidade chinesa de alta edificação e alta densidade. Como um precursor de um estudo em maior escala, foram realizadas entrevistas com quinze indivíduos em três locais contrastantes: um projeto de New Town, uma área mais antiga do centro da cidade e um condomínio de classe média. As entrevistas exploraram, entre outras coisas, percepções sobre a vizinhança, ideias de comunidade, senso de pertencimento e senso de lugar entre os residentes contemporâneos de Hong Kong. Quando Yuan Ssu se tornou o mordomo de Confúcio, recebeu novecentas medidas de grãos, que ele recusou. O Mestre disse: ‘Você não pode encontrar um uso para isso ajudando as pessoas em sua vizinhança?’ (Os Analectos, Livro VI).
Forrest et al. (Quarta-feira) estudaram esta questão.