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Estudos anteriores (Leadbetter, E.A., I.R. Rifkin, A.H. Hohlbaum, B. Beaudette, M.J. Shlomchik, e A. Marshak-Rothstein. 2002. Nature. 416:603-607; Viglianti, G.A., C.M. Lau, T.M. Hanley, B.A. Miko, M.J. Shlomchik, e A. Marshak-Rothstein. 2003. Immunity. 19:837-847) estabeleceram a capacidade única do DNA e dos autoantígenos associados ao DNA de ativar células B autorreativas por meio do envolvimento sequencial do receptor de antígeno da célula B (BCR) e do receptor tipo Toll (TLR) 9. Demonstramos que esse paradigma de dois receptores pode ser estendido à ativação de células B autorreativas pelo RNA e pelos autoantígenos associados ao RNA via BCR/TLR7. Esses dados implicam o reconhecimento dos ligantes endógenos pelo TLR na resposta a autoantígenos associados tanto ao DNA quanto ao RNA. Importante, a resposta a autoantígenos associados ao RNA foi acentuadamente aumentada por IFN-alfa, uma citocina fortemente relacionada à progressão da doença em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES). Como evidência adicional de que os TLRs desempenham um papel chave nas respostas de autoanticorpos no LES, descobrimos que camundongos predispostos a doenças autoimunes, que carecem da proteína adaptadora TLR MyD88, apresentaram títulos de autoanticorpos de cromatina, Sm e fator reumatoide marcadamente reduzidos.
Lau et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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