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O reconhecimento estatutário das comunidades rurais como proprietárias coletivas de suas terras é substancial, em expansão e um elemento cada vez mais aceito das relações de propriedade. O significado convencional de propriedade da terra em si está mudando, permitindo uma maior diversidade de atributos sem comprometer a proteção legal. As tendências gerais identificadas incluem: (1) a diminuição das tentativas de negar que terras comunitárias são propriedade com base no fato de que podem não ser vendidas ou são possuídas coletivamente; (2) a maior provisão para que as comunidades sejam registradas como proprietárias no mesmo grau que pessoas físicas e jurídicas; (3) um aumento no número de leis voltadas especificamente para a identificação, registro e governança da propriedade comunitária; e (4) em leis que reconhecem que a propriedade comunitária pode existir independentemente de ter sido registrada, e que o registro formaliza em vez de criar propriedade nesses casos. A pesquisa examinou as leis de 100 países para determinar o status das terras que comunidades sociais, tradicionalmente ou em arranjos mais contemporâneos, consideram ser suas. A amostragem é amplamente consistente com o número de países por região. As constituições de todos os 100 países foram examinadas. As leis fundiárias de 61 países foram analisadas. Fontes secundárias foram utilizadas para 39 países, principalmente devido a leis não estarem disponíveis em inglês. A principal fonte secundária utilizada foi o LandMark, cujos dados estão disponíveis publicamente em www.landmarkmap.org.
Liz Alden Wily (Terça-feira,) estudou essa questão.