Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo examina objetos internos em seu papel como constructos teóricos que analistas usam para compreender a experiência humana. A teoria das relações de objeto baseia-se em uma visão de que a personalidade é dividida ou fracionada em partes. A experiência clínica revela que tais divisões são comumente expressas na linguagem da nossa análise. No entanto, uma realidade lexical não é uma coisa em si mesma, mas uma maneira de organizar e entender a experiência. A visão de Jung sobre a dinâmica do eu dividido abrange uma ‘teoria das relações de objeto’ única que é tanto semelhante quanto bastante diferente das teorias de relações de objeto de Klein, Fairbairn, Winnicott e Thomas Ogden. Um exemplo clínico é usado para examinar a maneira pela qual essas diferentes visões teóricas explicam o mesmo fenômeno clínico. A última seção do artigo é dedicada a uma análise narrativa do lugar dos objetos internos na teoria analítica. O eu dividido, dinâmico é visto como um dispositivo narrativo - aquele que faz sentido e fornece coerência, mas não é a única visão da realidade psíquica nem necessariamente um reflexo preciso da natureza do mundo interno.
Randolph S. Charlton (qua,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: