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INFORMAÇÕES DE FUNDO: A espectroscopia de autofluorescência é uma ferramenta poderosa para histologia molecular e para o acompanhamento de processos metabólicos em amostras biológicas, pois não requer rotulagem. No entanto, na escala microscópica, é principalmente limitada à excitação visível e infravermelha próxima das amostras. Vários fluoróforos interessantes e naturalmente ocorrentes podem ser excitados em UV e UV profundo (DUV), mas não podem ser monitorados in celulo nem in vivo devido à falta de instrumentos microscópicos disponíveis que funcionem nessa faixa de comprimento de onda. Para atender a essa necessidade, desenvolvemos um microspectrofluorímetro DUV acoplado a sincrotrão, que está em operação desde 2010. Uma seleção ampliada de sondas autofluorescentes endógenas que podem ser excitadas em DUV, incluindo suas características espectrais, é apresentada. A distribuição das sondas em várias amostras biológicas, incluindo células cultivadas, tecidos moles, seções ósseas e caules de milho, é mostrada para ilustrar as possibilidades oferecidas por este sistema. Neste trabalho, demonstramos que a autofluorescência DUV é uma ferramenta poderosa para histologia tecidual e biologia celular. RESULTADOS: Para atender a essa necessidade, desenvolvemos um microspectrofluorímetro DUV acoplado a sincrotrão, que está em operação desde 2010. Uma seleção ampliada de sondas autofluorescentes endógenas que podem ser excitadas em DUV, incluindo suas características espectrais, é apresentada. A distribuição das sondas em várias amostras biológicas, incluindo células cultivadas, tecidos moles, seções ósseas e caules de milho, é mostrada para ilustrar as possibilidades oferecidas por este sistema. Neste trabalho, demonstramos que a autofluorescência DUV é uma ferramenta poderosa para histologia tecidual e biologia celular. CONCLUSÕES: Neste trabalho, demonstramos que a autofluorescência DUV é uma ferramenta poderosa para histologia tecidual e biologia celular.
Jamme et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.
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