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OBJETIVOS: Examinar o efeito do nível de pessoal sobre o tempo observado em cama durante o dia em residentes de casas de repouso (NH). DESENHO: Estudo descritivo e transversal. LOCAL: Trinta e quatro casas de repouso no sul da Califórnia. PARTICIPANTES: Um total de 882 residentes de NH: 837 tinham dados de observação horária, 777 tinham observações de refeição, 837 completaram entrevistas e 817 realizaram um teste de desempenho físico. MEDIDAS: Dados transversais coletados de participantes em cada local de NH incluíram observações diretas (horárias e de refeição), entrevistas com residentes, revisão de prontuários médicos e testes de desempenho físico. RESULTADOS: Em análises multivariadas, o nível de pessoal permaneceu o melhor preditor do tempo observado em cama após o controle das medidas funcionais dos residentes (razão de chances = 4,89; P = .042). Residentes observados em cama durante o dia em mais de 50% das observações horárias também apresentaram aumento no sono diurno (P < .001) e menor engajamento social (P = .026) e consumiram menos alimentos e líquidos durante as refeições do que aqueles observados em cama em menos de 50% das observações, após ajuste para a função do residente (P < .001). CONCLUSÃO: Nesta amostra de NHs, as medidas funcionais dos residentes e o nível de pessoal predizeram o tempo observado em cama de acordo com observações horárias, sendo o nível de pessoal o preditor mais poderoso. Nenhum desses preditores justifica os tempos excessivos em cama observados neste estudo. As práticas de cuidado da equipe relevantes para incentivar os residentes a ficarem fora da cama e as preferências dos residentes por estar na cama devem ser examinadas e melhoradas. Recomendações de prática sobre o tempo em cama devem ser consideradas, e pesquisas adicionais devem buscar informar o desenvolvimento de tais recomendações.
Bates‐Jensen et al. (Mon,) estudaram esta questão.