Key points are not available for this paper at this time.
Embora a religiosidade seja protetora para a mortalidade e morbidade, sua relação com a depressão é incerta. Usamos a pesquisa do Estudo do Condado de Alameda de 1994 com 2.537 sujeitos com idades entre 50 e 102 anos para analisar associações entre duas formas de religiosidade e depressão, bem como a extensão em que a religiosidade ameniza as relações entre estressores e depressão. A religiosidade não organizacional incluía oração e importância das crenças religiosas e espirituais; a religiosidade organizacional incluía a participação em serviços e outras atividades. A religiosidade não organizacional não tinha associação com a depressão; a religiosidade organizacional tinha uma relação negativa que enfraquecia um pouco com a adição de controles de saúde. Ambas as formas de religiosidade amenizaram as associações com a depressão para estressores não familiares, como problemas financeiros e de saúde. No entanto, a religiosidade não organizacional exacerbava as associações com a depressão para problemas com filhos, e a religiosidade organizacional exacerbava as associações com a depressão para problemas conjugais, abuso e cuidados. A religiosidade pode ajudar aqueles que enfrentam estressores não familiares, mas pode agravar a situação para aqueles que enfrentam crises familiares.
Strawbridge et al. (Fri,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: