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Os sistemas escolares são tipicamente organizados como uma série de progressões pelas quais a população estudantil se move. Em cada etapa sucessiva, apenas uma fração da população sobrevive e crianças de diferentes origens sociais abandonam a escola em taxas diferentes. Com dados do projeto CASMIN para nove nações europeias, este artigo estuda as semelhanças e diferenças entre nações na interação entre o padrão geral de sobrevivência e as taxas de transição relacionadas à classe. Nas nações estudadas, a educação é distribuída de maneiras diferentes e com resultados diferenciados para as classes sociais. Para as coortes estudadas, as consideráveis diferenças entre as nações na distribuição desigual da educação para a progênie das várias classes sociais devem-se principalmente às diferenças transnacionais nas oportunidades gerais de alcançar os diferentes níveis de educação e ao direcionamento da população estudantil através das instituições educacionais e transições. Elas são menos significativas devido a diferenças entre nações nos efeitos de classe sobre as transições. O padrão dos efeitos de classe sobre as transições é altamente semelhante entre as nações, embora para algumas nações sejam observadas várias desvios específicos do padrão comum. Argumenta-se que as diferenças entre as nações nos efeitos de classe resultam de peculiaridades históricas, institucionais ou políticas dessas nações, em vez de propriedades macro-sociológicas, como o nível de desenvolvimento industrial.
Müller et al. (Sat,) estudaram esta questão.
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