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Usando dados agrupados da Pesquisa Nacional de Entrevista de Saúde de 2000-2006, documentamos como a relação entre educação e uma ampla gama de medidas de saúde varia conforme raça/etnia e nacionalidade. Descobrimos que a educação é um determinante mais poderoso dos comportamentos e resultados de saúde para alguns grupos do que para outros. Além disso, as diferenças educacionais para grupos nascidos no exterior são tipicamente mais modestas do que as das populações nativas correspondentes. Também mostramos como a relação entre educação e saúde varia entre subgrupos hispânicos e asiáticos. Argumentamos que qualquer intervenção para eliminar disparidades em saúde deve considerar esses padrões.
Kimbro et al. (Sat,) estudaram essa questão.