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Ministrado como o curso "capstone" na maioria das universidades, a gestão estratégica é projetada para ensinar as habilidades de pensamento estratégico e análise, em vez de meros fatos ou conceitos. Assim, os educadores devem ter alguma garantia de que seus alunos aprendem a "fazer" estratégia. A autoeficácia aumenta o interesse de uma pessoa pela tarefa, a persistência, a disposição para se esforçar e, no final, o desempenho na tarefa. Este artigo investiga a contribuição relativa de simulações e estudos de caso para melhorar a autoeficácia dos alunos em gestão estratégica. Usando dados de pré e pós-teste de uma amostra de 252 alunos, os autores concluem que as simulações resultam em melhorias significativamente maiores na autoeficácia do que os estudos de caso.
Tompson et al. (Qua,) estudaram essa questão.
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