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Vinte pessoas idosas com deficiência auditiva foram equipadas com aparelhos auditivos binaurais intra-auriculares e acompanhadas por um período de 6 meses após a adaptação. Várias medidas de resultado de aparelho auditivo foram obtidas em 0, 7, 15, 30, 60, 90 e 180 dias após a adaptação. As medidas de resultado incluíram (a) medidas objetivas de benefício obtidas com materiais de sílabas sem sentido em silêncio (Teste de Sílabas Sem Sentido da CUNY, NST) e sentenças em ruído de múltiplos falantes (Teste de Audição em Ruído, HINT); (b) duas medidas subjetivas de benefício, uma derivada de comparações pré-adaptação/pós-adaptação em uma escala geral de deficiência auditiva (Inventário de Deficiência Auditiva para Idosos, HHIE) e a outra baseada em uma escala subjetiva de benefício pós-adaptação do aparelho auditivo (Inventário de Desempenho do Aparelho Auditivo, HAPI); (c) um questionário sobre satisfação com o aparelho auditivo; (d) uma medida objetiva de uso do aparelho auditivo; e (e) uma medida subjetiva de uso do aparelho auditivo. A confiabilidade e a estabilidade de cada medida foram examinadas por meio de análises de variância de medidas repetidas, uma série de correlações teste-reteste e, quando possível, gráficos de dispersão das pontuações contra suas correspondentes diferenças críticas de 95%. Muitas das medidas mostraram-se indicadores confiáveis e estáveis de resultado do aparelho auditivo.
Humes et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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